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Dia 20 de Setembro de 2012
Na primeira aula de Seminário de
Integração Profissional IV, a docente Ana Carvalho começou por fazer a sua
apresentação (formação base, percurso profissional, de onde vinha, etc.) e por
disponibilizar os seus contactos pessoais.
Em seguida, explicou qual o tipo de
trabalho que iríamos desenvolver, ou seja, um trabalho que implicaria a nossa
envolvência directa numa instituição onde teremos de desenvolver um projecto de
intervenção. Percebi assim que este se divide em duas fases: na primeira
teremos de fazer a caracterização da instituição e na segunda aplicaremos o
nosso projecto. Devido ao carácter contínuo deste trabalho tomei conhecimento
que a disciplina será leccionada nos dois semestres pela mesma docente.
Para além disto a docente explicou a questão da avaliação, explicando as suas componentes e as datas de entrega. Uma dessas componentes (individual) é a construção de um Portefólio Digital, onde teremos de fazer os registos das aulas bem como das actividades directamente ligadas com o trabalho e será entregue a dia 20 de Dezembro.
A docente indicou ainda que haveria uma aula (a escolher entre duas aulas) que serviria de apoio aos trabalhos. Esta aula é uma mais-valia pois neste tipo de trabalho são várias as questões que vão surgindo ao longo só seu desenvolvimento e este apoio é crucial para que se desenvolva da melhor forma.
Foi ainda fornecida a informação acerca da plataforma Schoology que irá ser utilizada ao longo o semestre, onde serão disponibilizadas todas as informações e materiais referentes à disciplina.
Para além disto a docente explicou a questão da avaliação, explicando as suas componentes e as datas de entrega. Uma dessas componentes (individual) é a construção de um Portefólio Digital, onde teremos de fazer os registos das aulas bem como das actividades directamente ligadas com o trabalho e será entregue a dia 20 de Dezembro.
A docente indicou ainda que haveria uma aula (a escolher entre duas aulas) que serviria de apoio aos trabalhos. Esta aula é uma mais-valia pois neste tipo de trabalho são várias as questões que vão surgindo ao longo só seu desenvolvimento e este apoio é crucial para que se desenvolva da melhor forma.
Foi ainda fornecida a informação acerca da plataforma Schoology que irá ser utilizada ao longo o semestre, onde serão disponibilizadas todas as informações e materiais referentes à disciplina.
Neste dia a docente sugeriu que
começássemos a pensar na área que gostaríamos de desenvolver o trabalho e assim
procurar algumas instituições dentro da mesma.
Faço um balaço positivo desta aula pois fiquei motivada por ter de desenvolver um trabalho em que tenho de me envolver directamente no terreno e assim ganhar experiência. O único ponto mais negativo prende-se com o facto de termos de encontrar uma instituição que aceite a nossa intervenção, pois em anos anteriores tal não foi fácil e pode condicionar o normal desenvolvimento do trabalho.
Faço um balaço positivo desta aula pois fiquei motivada por ter de desenvolver um trabalho em que tenho de me envolver directamente no terreno e assim ganhar experiência. O único ponto mais negativo prende-se com o facto de termos de encontrar uma instituição que aceite a nossa intervenção, pois em anos anteriores tal não foi fácil e pode condicionar o normal desenvolvimento do trabalho.
Palavras-chave: apresentação, projecto de intervenção,
avaliação, aula de tutoria e plataforma
Schoology.
Dia 27 de Setembro de
2012
Na segunda aula a docente começou
por perguntar quais as áreas em que estávamos interessados para desenvolver o
trabalho. Desde logo indicou sítios em que poderíamos desenvolver o projecto
sendo que no meu caso (e da minha colega), que tinha escolhido a intervenção
social ou desenvolvimento local, indicou o Programa Escolhas que tem como
missão a criação e financiamento de projectos que são depois desenvolvidos em
diversas associações/instituições. O facto de a docente ter indicado este
Programa foi uma mais-valia pois é uma maneira de nos sentirmos mais seguros em
relação à nossa escolha, que por vezes é tão problemática.
Procedeu-se em seguida à
distribuição dos textos a serem apresentados durante o semestre por cada grupo,
tendo a professora explicado que existiriam ainda textos diferentes que tinham
como finalidade a realização de fichas de leitura (quatro no total).
Por fim, a docente questionou sobre
algumas das características mais importantes que devíamos ter em conta na
escolha da instituição. Em primeiro lugar devemos ter em atenção o horário da
instituição/associação de modo a que seja possível conciliá-lo com o horário da
Licenciatura, ou seja, nenhum deles pode ficar de certa forma prejudicado.
Depois na instituição/associação devem existir projectos activos para que
possamos desenvolver o nosso projecto, isto é, que permita a nossa integração e
dos nossos objectivos. A localização é também um ponto importante pois esta
influencia as nossas deslocalizações e pode tornar mais fácil (ou mais difícil)
o desenrolar do nosso trabalho. Um último aspecto prende-se com a disponibilidade
física/espaço que é determinante uma vez que para desenvolvermos o nosso trabalho
é necessário que nos envolvamos directamente nas actividades da associação e
para tal é indispensável termos espaço.
Palavras-chave: instituição, Programa Escolhas,
apresentações, horário, localização e projetos ativos.
Dia 11 de Outubro de 2012
Nesta aula foram apresentados os
dois primeiros textos, um acerca da Investigação Qualitativa em Educação e
outro sobre a Entrevista Exploratória. O primeiro texto foi apresentado pelo
meu grupo e por essa razão acabou por ser uma vantagem pois fez-me recordar de
certos aspectos que devemos ter sempre presentes aquando da realização deste
tipo de investigação.
Neste sentido, foi importante
recordar que na investigação qualitativa a fonte de dados é o ambiente natural
e que esta é essencialmente descritiva, sendo que o investigador não procura
ser como o sujeito mas saber como este é. Quanto às notas de campo estas não
devem ser lidas por pessoas internas da instituição devendo o investigador usar
nomes falsos e códigos, bem como, mudar o nome da instituição. No caso das
observações que teremos de realizar devemos ter presente que não devem durar
mais de uma hora, numa primeira fase, e mais tempo quando já há uma relação de
confiança. No momento de realizar a entrevista devemos sempre pedir autorização
para gravar e não julgar, em momento algum, aquilo que é dito pelo
entrevistado.
- Entrevista Exploratória
Visto que nos encontramos na fase de
diagnóstico, em que fazemos a caracterização da instituição, a entrevista
exploratória é um dos métodos mais indicados pois tem como objectivo o
conhecimento da instituição, nomeadamente, os seus fundamentos e história, os
objectivos, as actividades/projectos e os projectos futuros.
Palavras-chave: investigação qualitativa,
investigador, notas de campo, observações e entrevista exploratória.
Dia 18 de Outubro
A terceira aula iniciou-se com a
indicação de algumas orientações sobre a construção do guião de entrevista,
dando a docente alguns exemplos de questões a colocar e outras a não colocar.
A docente quis ainda saber o ponto
em que se encontram os trabalhos, tendo sido notório um desfasamento
considerável entre os grupos – uns ainda não têm uma instituição para trabalhar
enquanto outros já se encontram a realizar entrevistas.
Um ponto importante foi o facto de a
professora ter relembrado que neste primeiro semestre teremos que analisar a
temática que é objeto do nosso estudo no enquadramento teórico que será
entregue no relatório.
·
Análise SWOT
Quanto às apresentações estas
incidiram sobre a análise SWOT que pode ser definida como uma técnica usada
pelas empresas ou instituições para fazer um diagnóstico. As siglas ligam-se a
Strengths (pontos fortes); Weaknesses (pontos fracos); Opportunities (oportunidades);
e Threats (ameaças). Esta análise é feita a nível interno e externo sendo que as
duas primeiras componentes ligam-se ao nível interno (strengths e weaknesses) e
as duas últimas ao nível externo (opportunities e threats). Esta análise vai
auxiliar-nos a, de certa forma, “arrumar” toda a informação que vamos obtendo
sobre a instituição/associação e também a fazer o diagnóstico. Estas categorias não têm de ser entendidas como
uma só, isto é, há a possibilidade de fazer um cruzamento entre Pontos Fortes e
Ameaças e
entre Pontos Fracos e Oportunidades.
A recolha de informação é então
fundamental para realizar este tipo de análise, sendo imprescindível recolher
dados sobre parcerias, meio envolvente e a própria conjuntura social. Penso que na entrevista inicial teremos de tentar recolher o máximo de informação.
Esta aula foi muito importante pois
ficámos a conhecer qual o método que temos de utilizar durante o trabalho para
analisar a informação sobre a instituição, trabalho que ainda não tínhamos
feito até agora. Esta análise parece-me um pouco difícil de fazer pois
recolhemos muita informação no campo mas, no entanto, esta vem servir como um
facilitador para o decorrer do trabalho.
Palavras-chave: temática, análise SWOT, pontos forte, pontos fracos, oportunidades, ameaças e recolha de informação.
Palavras-chave: temática, análise SWOT, pontos forte, pontos fracos, oportunidades, ameaças e recolha de informação.
Dia 25 de Outubro
Nesta aula começámos por rever o
guião da entrevista com a docente uma vez que havia algumas questões que era
necessário formular, sendo muito importante a ajuda da mesma para fazer-nos ver
o que é importante ou não perguntar.
Foi revisto as várias componentes
do relatório, nomeadamente, o enquadramento temático, tendo a docente dado
exemplos ilustrativos consoante a área em que se insere o projeto. Neste será
importante abordar a temática que a instituição aborda com base nas atividades
que desenvolve, isto é, temos de recolher informação sobre o tema em que
estamos a trabalhar (ex. formação de professores, intervenção comunitária, educação
pela arte, etc.) de modo a obter uma base teórica e fundamentada. Este ponto
foi especialmente importante para mim pois foi uma forma de perceber melhor o
que a docente pretende nesta componente do relatório e também de perceber a
temática abordada no meu projeto. No enquadramento metodológico é pressuposto
mencionarmos a metodologia de projeto, nomeadamente, da investigação
qualitativa, da entrevista semi-diretiva, da análise documental, da técnica de
observação, entre outros.
No que toca ao portefólio foi
relembrado que este se deve dividir em diários de aula e diários de campo, onde
devemos registar os contatos feitos bem como as idas à instituição, comparando
os nossos objetivos e aquilo que aconteceu, que se traduzirá numa reflexão.
·
Elaboração de projetos sociais
Com base na apresentação foi
percetível que a elaboração de projetos sociais depende de fatores humanos,
teóricos e financeiros. Para elaborar um projeto é então preciso definir e
caracterizar a ideia-central, especificar os antecedentes que foram detetados
no diagnóstico e a razão da escolha do processo que define o projeto, definir
os objetivos, metas, localização, metodologia, elaborar a calendarização e
fazer o levantamento de recursos humanos, materiais e financeiros. Quanto à
fase de diagnóstico esta tem como principal objetivo o conhecimento da
realidade em que o projeto se insere. Nesta fase é fundamental detetar
necessidades, estabelecer prioridades, fundamentar o projeto, delimitar o
problema, localizar, rever a bibliografia e prever os recursos necessários.
Esta fase é extremamente importante para qualquer projeto, em particular para o
nosso, pois é com base nela que vamos desenvolver a parte prática em si, isto
é, quanto mais meticulosos formos ao fazer o diagnóstico e o próprio projeto
mais fácil será a nossa atuação no terreno.
Palavras-chave: guião de entrevista, componentes do relatório, projeto e fase de diagnóstico.
Palavras-chave: guião de entrevista, componentes do relatório, projeto e fase de diagnóstico.
Dia 08 de Novembro
No que toca
a esta aula esta iniciou-se com a marcação do horário e da data das tutorias,
sendo que cada uma terá a duração de uma hora. Para mim foi importante a
docente mencionar que todo o trabalho que já tivermos realizado devemos enviar
e também colocar todas as dúvidas e problemas durante a tutoria.
Procedeu-se ainda ao enquadramento geral dos grupos, tendo verificado que há grupos que ainda não têm uma resposta definitiva da instituição o que pode prejudicar o se trabalho. No caso particular do meu grupo, e visto estarmos dependentes da aceitação (ou não) dos projetos, a docente aconselhou a permanecermos na instituição escolhendo observar o centro de estudos ou as formações realizadas.
Quanto ao portefólio individual a docente fez um balanço dos trabalhos já recebidos e relembrou que a reflexão deve estar presente em todos os diários, independentemente de estar no meio ou no fim. No meu caso, foi importante a docente ter dado feedback do meu diário de aula uma vez que é uma forma de saber o que estou a fazer corretamente e incorretamente.
Procedeu-se ainda ao enquadramento geral dos grupos, tendo verificado que há grupos que ainda não têm uma resposta definitiva da instituição o que pode prejudicar o se trabalho. No caso particular do meu grupo, e visto estarmos dependentes da aceitação (ou não) dos projetos, a docente aconselhou a permanecermos na instituição escolhendo observar o centro de estudos ou as formações realizadas.
Quanto ao portefólio individual a docente fez um balanço dos trabalhos já recebidos e relembrou que a reflexão deve estar presente em todos os diários, independentemente de estar no meio ou no fim. No meu caso, foi importante a docente ter dado feedback do meu diário de aula uma vez que é uma forma de saber o que estou a fazer corretamente e incorretamente.
·
Planificação
Tal como o grupo apresentou a planificação estabelece
aquilo que se deve fazer para que mais tarde se possam tomar decisões práticas
para a sua implementação. A planificação pode ser vista como um
processo e ainda como divisão de um plano em programas e projetos. Os programas
devem então se flexíveis, abertos, participativos, autogeridos,
interdisciplinares e descentralizados. Devem ser tidos em conta os seguintes
níveis de planificação: geral, específico e concreto. Na planificação
devem ser definidos objetivos que podem ser gerais ou
específicos. Quanto à metodologia esta deve responder à
questão “como se vai fazer?” implicando a definição de tarefas, normas e
procedimentos para a executar. Um aspeto também importante é a calendarização
que tem como finalidade apresentar o seguimento e sucessão das etapas da
investigação, bem como a forma como estas se desenvolvem.
A aula
terminou com um exercício onde tínhamos de simular um planeamento e tal foi
muito importante para perceber que não é fácil fazer uma planificação depois de
recolhida a informação. Este tipo de exercícios serve como preparação para o
trabalho de campo que estamos a realizar, sendo por isso uma mais-valia.
Palavras-chave: tutoria, planificação, previsão, recursos, estratégias e parceiros.
Palavras-chave: tutoria, planificação, previsão, recursos, estratégias e parceiros.
Dia 22 de Novembro
Neste dia
decorreu a aula de tutoria tal como estava previsto. Esta serviu acima de tudo
para explicarmos à docente todo o trabalho realizado até à data, que já tinha
sido inclusivamente enviado à mesma, e para a mesma nos dar o seu feedback e
mais orientações sobre o trabalho e o próprio relatório. Numa primeira fase a
professora começo então por comentar o trabalho já realizado e posteriormente
explicou o que deveríamos fazer nas próximas semanas, nomeadamente, a grelha de
análise da entrevista, a caracterização da instituição, a análise Swot, etc. Depois disto
a docente demonstrou alguma indignação por ainda não termos feito o
Enquadramento Temático, o que para mim foi um pouco estranho uma vez que a
docente sabia há já algum tempo que apenas no dia 30 de Novembro iríamos ter a
resposta em relação à continuação dos projectos. Este facto faz-me pensar que,
embora saiba que são muitos grupos, por vezes não temos tido o apoio suficiente
e pertinente para o desenvolvimento do trabalho.
Outro aspecto prendeu-se com a componente individual (portefólio online) em que também fiquei um pouco confusa pois há umas semanas a docente tinha dito que este estava bem elaborado e que havia aspectos a melhorar (colocar títulos e palavras-chave) e neste dia disse que estava a ser muito descritiva e pouco reflexiva.
Esta aula poderia ter sido mais produtiva e acima de tudo era necessário um apoio ainda mais individualizado, em vez de generalizado, pois acho que ficou a faltar esta componente.
Outro aspecto prendeu-se com a componente individual (portefólio online) em que também fiquei um pouco confusa pois há umas semanas a docente tinha dito que este estava bem elaborado e que havia aspectos a melhorar (colocar títulos e palavras-chave) e neste dia disse que estava a ser muito descritiva e pouco reflexiva.
Esta aula poderia ter sido mais produtiva e acima de tudo era necessário um apoio ainda mais individualizado, em vez de generalizado, pois acho que ficou a faltar esta componente.
Dia 29 de Novembro
No início
desta aula foram entregues as actividades realizadas na aula anterior aos
respetivos grupos, onde foi feito um balanço de todos. No meu caso, houve uma
troca nos objectivos gerais e nos específicos mas foi fácil perceber depois da
entrega qual o erro. Esta actividade foi muito importante para termos ideia de
como se realiza este processo, teria sido interessante no final fazer este
exercício em conjunto para percebermos efectivamente como o fazer.
- Inquéritos
Quanto a
este tema, e com base na apresentação, é necessário reter que estes podem ser
compostos por perguntas abertas ou perguntas fechadas, sendo que cada uma delas
obtém respostas diferentes. Na fase da avaliação do projecto será necessário
aplicar este método para averiguar se o projecto correu como estava planeado ou
não, com respostas mais específicas. Ao elaborarmos estes inquéritos devemos
optar por escalas pares e colocar todas as perguntas na positiva ou
negativa, o que não é algo novo pois em Estatística e Investigação em Educação
I já tinham sido abordados estes aspectos.
- Observação
Esta segunda
temática também já não é nova pois na unidade curricular de Seminário de
Integração Profissional III também realizámos observações para a realização do
projecto. Esta pode ser participante (quando queremos estudar uma comunidade, a
longo prazo, participando nas actividades) ou não participante (ocorre ao longo
do tempo mas o investigador não mantem qualquer contacto com os sujeitos).
Neste
semestre por enquanto só realizámos uma observação, não tendo no entanto sido
construída nenhuma grelha de observação pois como não se tratava de uma das
actividades em que nos vamos inserir não sentimos a necessidade de construir a
mesma.
Pela experiência
passada sinto que tenho alguma dificuldade nesta técnica uma vez que o
preenchimento desta grelha e a própria selecção da informação para construí-la
não é um processo fácil. Penso que só
com a prática conseguirei ultrapassar tais dificuldades.
Palavras-chaves: planeamento, inquéritos, observação, grelha de análise e dificuldades.
Dia 06 de Dezembro
Nesta aula como sempre fez-se um
balanço dos trabalhos e procedeu-se à marcação de uma sessão de tutoria extra.
Um outro aspecto importante que foi relembrado prendeu-se com a análise SWOT, nomeadamente,
que nesta devemos incluir as entrevistas, observações e a análise documental.
Os temas abordados foram a
aplicação, execução e avaliação do projeto. Para mim o aspecto que mais se
salientou foi o facto de termos de fazer a avaliação nas fases intermédias do
projecto e não apenas no final, para que seja possível melhorar
continuadamente. De facto, a auto-avaliação é muito importante neste tipo de
projectos pois devemos ter noção daquilo que fizemos hoje para amanhã fazermos
melhor.
Esta aula serviu para eu perceber
acima de tudo a importância da avaliação, mas como o meu projecto ainda se
encontra um pouco atrasado fez com que me sentisse ainda mais preocupada pois
anda não sabemos o que fazer como projecto de intervenção e já estamos a falar
da avaliação final.
Palavras-chave: balanço, avaliação, auto-avaliação e futuro.
Dia 13 de Dezembro
Nesta aula deu-se início às
apresentações dos vários trabalhos de grupo, que se focavam principalmente nos
temas a trabalhar no projecto de intervenção, nos objectivos que se quer
atingir e, em alguns casos, a ideia do projecto em si. Em todas elas tivemos de
preencher uma grelha com os tópicos acima referidos e foi notória a disparidade
entre grupos pois enquanto uns já sabem minimamente o que vão realizar no
segundo semestre, outros apenas têm uns objectivos muito gerais definidos.
Esta aula fez-me perceber que de
facto a realização deste tipo de trabalho não é de todo uma tarefa fácil pois estamos,
em larga escala, dependentes da instituição onde nos inserimos. Digo isto pois os
grupos que se inseriram mais cedo e com mais facilidade nas instituições são
aqueles que estão mais seguros e, de certa forma, mais adiantados. No meu caso
particular esta ideia é completamente certa porque a inserção na instituição
não foi fácil e o facto de termos estado dependentes da resposta da mesma em relação
aos Projectos fez com que o nosso trabalho se atrasasse muito, o que pode
acabar por nos prejudicar.
Palavras-chave: apresentação, balanço e dificuldades.
Dia 20 de Dezembro
Tal como previsto, nesta última aula
procedeu-se às apresentações dos restantes grupos de trabalho. Foi possível verificar
que embora todos os grupos já tenham delineado o que vão fazer no seu projecto
de intervenção, há uma grande discrepância entre os vários grupos pois uns já
têm todas as etapas definidas e outros apenas uma ideia geral do que virão a
fazer.
Um aspecto interessante e importante
foi a marcação de apresentações já para o segundo semestre, tendo ficado a
saber que teremos também uma aula com um elemento da PORDATA, o que é sempre
uma mais-valia.
Quanto à apresentação do meu grupo
foi notório que os colegas não perceberam bem o que estamos a idealizar como
projecto mas acho esta atitude compreensível porque de facto ainda não temos
elementos sólidos para dizer que é o nosso projecto. Há então que melhorar este
aspecto até à entrega do relatório.
Palavras-chave: apresentação, balanço final, melhoria e diferença.
2.º Semestre
Dia 21 de Fevereiro
Nesta
primeira aula, tal como combinado decorreu a sessão sobre a PORDATA. No meu
caso foi a segunda pois em Educação e Desenvolvimento já tinha assistido a uma.
No geral foi igual à primeira, excepto em relação aos gráficos dinâmicos que
não tinha sido mostrado.
Particularmente
no caso do meu projecto de intervenção penso que não há dados que possam ser
úteis mas é sempre uma mais-valia conhecer este tipo de sites pois disponibilizam dados que nos podem ser úteis noutras
áreas. Em Economia da Educação utilizei esta fonte e foi realmente interessante
observar alguns dados sobre Portugal e também a relação com a União Europeia.
Palavras-chave: PORDATA, estatísticas, Portugal e União Europeia.
Dia 28 de
Fevereiro
Ao
fazer a marcação das apresentações deste semestre percebi que estas vão ser
bastante úteis para o nosso futuro, uma vez que se centram em temas que são cruciais nesta altura em que temos de reflectir sobre o ingresso ou não no
mestrado. Acho que era esta componente que faltava numa unidade curricular como
esta, onde é suposto percebermos e termos contacto com o mercado de trabalho.
Em
relação às apresentações dos colegas foi notório que todos, independentemente
das dificuldades iniciais, conseguiram encontrar um projecto de intervenção que
vai ao encontro das necessidades/potencialidades das instituições.
A avaliação dos projectos é a componente que a
meu ver parece suscitar mais dúvidas, tanto aos grupos que já apresentaram como
ao meu próprio grupo. Será imprescindível ler os textos sugeridos pela docente
para perceber qual o modo de avaliação que mais se enquadra em cada projecto.
Palavras-chave: Futuro, mestrados, planeamento, avaliação e dificuldades.
Palavras-chave: Futuro, mestrados, planeamento, avaliação e dificuldades.
Dia 07 de Março
Após esta aula ter terminado, e com base nas
apresentações dos vários grupos, fiquei a pensar nas dificuldades que cada um
de nós vai encontrando nas instituições. Foi notório que na generalidade todos
nós (enquanto alunos inseridos numa instituição) demonstramos grande
disponibilidade e motivação para desenvolvermos o trabalho em campo mas, devido
aos entraves que são colocados pelos responsáveis que nos acompanham, estamos a
perder essa motivação e estamos até a ficar frustrados. Não sendo culpa
directamente nossa, também não podemos abordar esta questão com os responsáveis
pois estamos dependentes deles para a concretização deste trabalho.
Penso que nos próximos anos uma das preocupações
que os docentes deveriam ter era não deixar que os alunos trabalhem em
instituições onde são postos à margem do trabalho da mesma. Sei que estas
dificuldades servem para fazer-nos crescer mas não há nada mais desmotivante do
que querermos participar e envolvermo-nos na vida quotidiana da instituição e
não deixarem, limitando-nos apenas a ser “ratos de biblioteca” (expressão usada
pela Coordenadora da Raízes).
Palavras-chave: Limitação, motivação e frustração.
Palavras-chave: Limitação, motivação e frustração.
Dia 14 de Março
Esta
aula serviu sobretudo para me fazer pensar em duas questões: avaliar outros
trabalhos serve também para melhorar o nosso próprio, e que mesmo com alguma
experiência construir elementos de avaliação é uma actividade bastante difícil.
Foi
visível que as grandes dificuldades dos grupos prendem-se com a linguagem
utilizada (clareza, rigor),a organização e coerência interna, e a própria
escolha da escala. Temos assim de melhorar as nossas competências neste
domínio, especialmente por sermos alunos da área das Ciências da Educação.
Depois do exercício de avaliação dos
instrumentos de avaliação tive a real percepção que muitos dos questionários
que recebemos muitas vezes estão realmente mal construídos. Posso dizer que me
tornei mais crítica em relação a estes instrumentos graças a esta aula.
Palavras-chave: avaliação, questionários e dificuldades.
Dia
21 de Março
A
tutoria serviu para mim mesma como uma prova de que com trabalho e esforço
conseguimos enfrentar as mais diversas dificuldades. Ao invés do que aconteceu
nas tutorias do semestre anterior penso que nesta foi visível que o projecto de
intervenção está a decorrer dentro do planeado e das datas estabelecidas.
Talvez por esta razão a conversa se tenha baseado mais na fase de construção do
relatório do que no trabalho de campo, uma vez que no presente não existem
grandes dificuldades.
Na
minha opinião, a docente também já mudou a atitude em relação ao que espera do
grupo pois não se mostrou tão crítica mas sim mais expectante e confiante.
Para
finalizar, gostaria de frisar que foi muito importante para mim a conversa
relativa aos mestrados pois é algo que ainda me deixa algumas dúvidas e é
sempre bom falar com alguém que esteja informado sobre o assunto.
Palavras-chave: Dificuldades, esforço e sucesso.
Palavras-chave: Dificuldades, esforço e sucesso.
Dia 04 de Abril
Nesta aula foram relembradas algumas das condições para
construção do relatório final. Estas já tinham sido referidas pela docente na
tutoria mas por serem tão importantes foram ditas para todos os grupos.
A parte mais importante da aula prendeu-se com a
apresentação de duas teses de mestrado, onde foi possível ter a percepção das metodologias
utilizadas em cada uma. Com as apresentações tive a noção de que, mesmo já no
mestrado, optar pelas técnicas e instrumentos de recolhas de dados é uma tarefa
por vezes complicada. Verifiquei que em pelo menos um dos casos até o próprio
autor da tese teve a noção, no final do seu trabalho, que deveria ter optado por
outros métodos. A meu ver falta um melhor acompanhamento por parte dos
orientadores neste processo. No entanto, de um modo geral penso que em ambas as
teses foram utilizadas técnicas relativamente adequadas consoante a finalidade
a que os autores se propunham.
Palavras-chave: Relatório final, teses, métodos de pesquisa e dificuldades.
Palavras-chave: Relatório final, teses, métodos de pesquisa e dificuldades.
Dia 11 de Abril
Foi
neste dia que terminámos a análise das teses de mestrado, abordando o mestrado
em Tecnologias, Formação de Professores e Formação de Adultos.
Consegui
verificar uma vez mais que uma das maiores falhas é a definição dos objectivos
gerais e específicos. Em grande parte das teses havia esta falha, muitas vezes
eram confundidas as questões de investigação com os objectivos. Fica então a questão:
por que é que tal acontece? Não consigo encontrar uma resposta imediata para
esta questão mas penso que fica a faltar um maior acompanhamento aos mestrandos
para que não continue a haver este tipo de erros.
É
imprescindível que se definam logo à partida os parâmetros a abordar nas diferentes teses,
melhorando e facilitando a elaboração das mesmas. Será uma solução, ou pelo menos uma ajuda, para este problema.
Palavras-chave: Teses, objectivos gerais e questões de investigação.
Dia
18 de Abril
Esta
aula foi das mais importantes que tive até hoje, no que diz respeito a esta
unidade curricular. Pela primeira vez tive a oportunidade de ter informação e
de ver realmente qual o caminho que posso escolher para o meu futuro enquanto
licenciada em Ciências da Educação.
O
testemunho dado pela colega foi muito importante pois ter a oportunidade de ver
um testemunho real faz-nos ter outra ideia e noção daquilo que podemos vir a
fazer. O que me despertou mais curiosidade no percurso dela foi o programa Leonardo
da Vinci, pois acho que a componente profissionalizante muito importante e
enriquecedora a nível pessoal e de currículo.
Além
disto, a apresentação que fiz sobre programas de mobilidade ajudou-me bastante
a conhecer vários percursos a seguir e também a ter noção que a procura de
informação nesta área não é tarefa fácil. No caso do Instituto de Educação a
informação disponibilizada foca-se sobretudo nos estudantes que vêm para o
Instituto, esquecendo um pouco os próprios estudantes.
Pelo feedback
dado pelos colegas julgo que a apresentação foi também para eles uma mais-valia
pois grande parte dos programas apresentados não eram conhecidos pelos mesmos.
Fica a sugestão de fazer este tipo de apresentações os próximos anos (e até nos
outros turnos de SIP V) como forma de orientar mais eficazmente os alunos no
momento da decisão do que fazer num segundo ciclo.
Palavras-chave: Testemunho, segundo ciclo, programas de mobilidade e apresentação.
Palavras-chave: Projectos inovadores, TED, empreendedorismo e mudança.
Palavras-chave: Testemunho, segundo ciclo, programas de mobilidade e apresentação.
Dia
02 de Maio
Estamos
agora numa fase de decidir o nosso futuro. O que fazer agora? Qual o percurso a
seguir?
Tentando
encontrar várias respostas, esta aula serviu precisamente para vermos os
diferentes caminhos que temos pelo segundo ciclo. No início estava muito
entusiasmada com a ideia de ver os mestrados fora de Lisboa pois sempre tive
interesse em estudar longe de casa mas, no final, a ideia com que fiquei foi
outra.
Entre
os mestrados mencionados o que mais me interessou foi o de Coimbra que se foca
na Intervenção Comunitária, área que gostaria de seguir a nível profissional.
No entanto, fiquei a perceber que a Universidade de Lisboa é muito
provavelmente a melhor possibilidade entre as demais pois o seu prestígio tem
sido notório em inúmeras situações.
Deste
dia tiro então uma grande decisão: faça eu o que fizer será no Instituto de
Educação da Universidade de Lisboa.
Palavras-chave: Mestrados, Instituto de Educação e escolha.
Palavras-chave: Mestrados, Instituto de Educação e escolha.
Dia
09 de Maio
Num
mercado de trabalho em constante mudança, em que a procura é maior que a
oferta, é necessário sermos diferentes e inovadores. Daí o tema desta aula:
projectos inovadores.
O
projecto apresentado pelos colegas é conhecido já por um grande número de
pessoas. O TED veio de facto revolucionar as tradicionais conferências e também
veio introduzir uma nova forma de comunicar ideias e projectos inovadores para
qualquer parte do mundo.
Esta
é uma nova forma de pôr as pessoas a pensar e a questionar-se sobre diversas
questões. Além disto permite que ideias e projectos que surgiram outros países
possam ser trazidos para Portugal.
É essencial que todos nós, principalmente os
jovens, tenhamos uma atitude de inovação e empreendedorismo, contribuindo com
ideias que venham, não mudar o mundo, mas mudar a realidade de algumas pessoas
que precisam destas ideias para serem muitas vezes mais felizes.Palavras-chave: Projectos inovadores, TED, empreendedorismo e mudança.
Dia 16 de Maio
Para iniciar esta aula,
começámos por fazer a marcação das tutorias, das apresentações finais e do
portefólio.
Foi relembrado que o
relatório terá no máximo 30 páginas, tendo de incluir um resumo no seu início.
A metodologia a utilizar na construção deste instrumento passa por não apagar o
que foi feito mas sim reformular se necessário, sendo que se houve algo que não
foi realizado isso deve ser explicado nas conclusões.
Na apresentação deste dia um
dos focos foi a ANALCE – Associação Nacional de Licenciado em Ciências da
Educação. Foi possível verificar alguns indicadores relacionados com a
empregabilidade ou as áreas de emprego dos licenciados em Ciências da Educação
o que é muito interessante para nós que estamos agora a acabar o primeiro ciclo
de estudos.
Um exercício muito
pertinente realizado neste dia foi o de tentar perceber quais as competências
que tínhamos adquirido com licenciatura e os trabalhos desenvolvidos nesta e o
modo como as poderíamos aplicar de maneira a que servissem como um trunfo para
nós.
Trabalhar em grupo ou ser
crítica com a realidade são de facto competências pessoais que espero conseguir
vir a utilizar um dia quando inserida no mercado de trabalho.
Palavras-chave:
Relatório, datas, ANALCE, competências e mercado de trabalho.
Dia 23 de Maio
Tal como previsto neste dia
tivemos a última tutoria, onde foi possível colocar todas as questões.
Para começar acertámos
algumas datas de entrega, uma vez que estas haviam sido alteradas nomeadamente
a da entrega do portefólio.
Falando especificamente do
nosso trabalho, não apresentámos muitas dúvidas até porque este está bem
encaminhado. Um dos temas que teremos de abordar do relatório e que foi
sugerido pela docente relaciona-se com o reflectir sobre o papel dos alunos de
Ciências da Educação no terreno da Formação de Adultos, o que faz todo o
sentido tendo em conta o oco do nosso projecto.
No que toca à avaliação,
conseguimos esclarecer que a auto-avaliação pode ser apresentada em texto ou em
gráfico e os dados da entrevista final à coordenadora servirão para as
conclusões.
Por fim, marcámos a
apresentação final para a semana seguinte tendo de incluir nesta o que
realizámos ao longo do semestre, justificar as categorias do questionário e
mostrar já alguns dados da entrevista final.
Sendo esta a última tutoria
fiquei mais segura em relação ao trabalho desenvolvido, até pela atitude da
docente. Nas tutorias anteriores havia sempre muitos problemas para resolver e
a docente tinha, na minha opinião, uma atitude um pouco desapegada em relação
ao nosso projecto. Contudo, isso já não acontece e julgo que isso se deve ao
facto de termos conseguido fazer frente às adversidades e fazer com que o nosso
projecto corresse melhor do que o esperado.
Esta tutoria foi uma “lufada
de ar fresco” e de ânimo para mim que sempre tive uma atitude mais desmotivada
devido aos contratempos.
Palavras-chave: Componentes do
relatório, avaliação, atitude diferente e motivação.
Dia 27 de Maio
Nessa aula decorreram as
primeiras apresentações finais, sendo que a minha deu-se precisamente neste
dia.
Além de ter assistido às
restantes, vou focar-me principalmente na minha para fazer este diário. No
geral, foi visível que os grupos conseguiram cumprir com os objectivos a que se
tinham proposto e que o projecto culminou como o esperado. No entanto, alguns
grupos que pareciam mais seguros no início acabaram por ter entraves mais tarde
e o contrário também aconteceu. Projectos que apenas se definiram como tal
muito tardiamente e de forma pouco delineada acabaram por erguer-se de forma
sólida para surpresa de muita gente.
Um desses projectos foi
o realizado pelo meu grupo pois apesar do início atribulado, o segundo semestre
correu bastante melhor do que o primeiro e dentro das datas por nós planeadas.
Consegui verificar isto pois enquanto nós já tínhamos realizado a entrevista
final, havia grupos que inicialmente tinham tudo muito mas definido e que agora
estava mais atrasado em relação a nós.
Uma dúvida que pareceu
unânime aos grupos prende-se com a construção dos gráficos a apresentar no
relatório. Foram muitos os erros que se viram durante os trabalhos e ficou a
perceber-se claramente que esta não é uma tarefa para a qual estamos
devidamente preparados. Falta uma pesquisa mais profunda relativa à construção
de gráficos pois há falhas muito elementares que não podem ser cometidas
estando nós no ensino superior.
Particularmente na minha
apresentação, pensei que a docente fosse muito crítica em relação a esta mas
isso não aconteceu, o que me deixei em parte admirada e também satisfeita. Parece
que finalmente o trabalho que realizei faz sentido e isso notou-se pela atitude
da docente e mesmo pela dos colegas que comentaram positivamente o trabalho.
Vale a pena o esforço inicial para, o final, ter este feedback que reconhece e valoriza o nosso trabalho.
Palavras-chave: Balanço final,
construção de gráficos e feedback.
Dia 06 de Maio
Esta foi a última aula
desta unidade curricular e por isso concluímos as apresentações finais dos
restantes grupos.
Uma vez mais o que
sobressaiu dos diferentes grupos foi que por mais que tenhamos todas as etapas
definidas há sempre imprevistos que podem acontecer que acabam por comprometer
o nosso trabalho. Verifiquei novamente, com algum espanto, que os projectos que
pareciam ser os mais consistentes e com “pernas para andar” podem ser neste
momento uns dos que estão mais atrasados em relação aos outros. Há uma grande
disparidade entre grupos, enquanto uns já terminaram o seu trabalho na instituição
e realizaram a entrevista final, outros, por exemplo, encontram-se ainda a
recolher dados para fazer o que será o projecto em si.
Independentemente destes
desvios, considero que todos nós fizemos um bom projecto que, se não tiver
grande impacto nas instituições, tem pelo menos para nós como alunos que estão a
terminar uma licenciatura. Com certeza que estes problemas que advieram dos
projectos só serviram para nos fazer crescer como pessoas e como futuros
profissionais. Faz todo o sentido termos esta unidade curricular, com esta
dimensão, no ano em que terminamos a primeira etapa do ensino superior e em que,
supostamente, estamos preparados para o mercado de trabalho.
Palavras-chave: Apresentações
finais, problemas, crescimento e preparação.
